19 setembro 2007

Irritante x Ansiedade

O que acontece nesses dias em que aparentemente quase tudo te irrita?
Acordei para ir trabalhar, hoje mais cedo já que tenho inglês e preciso compensar o horário de trabalho. Quando olhei no relógio me irritei por não poder dormir uma hora a mais. De cara lembrei do artigo da Soninha Francine, na Vida Simples, desse mês onde ela diz que mais vale acordar logo, afnial esses poucos minutos a mais não vão fazer a menor diferença, do que passar mais algum tempo na cama. Mas não foi convincinte e acabei ficando na cama mais meia hora- sacrificando o inglês eu atrasando o trabalho.

A irritação é tanta que mal consegui pesquisar na internet sobre como controla-la e já me irritei. Tinha alguma coisa falando de relaxamento, bom humor e até um inter-título dizendo Resolver seus problemas. Oras! Se eu soubesse quais são eu já teria pensado em resolvê-los.

No metrô a distância me irritou. Chegando no trabalho a falta da minha chefe idem, afinal me senti perdido. Agora pouco, tentando fazer as lições do inglês fiquei novamente irritado e por fim, enquanto fazia a chatisse da lição o notebook (novo) deu um daqueles erros que a tela fica azul, e o resultado nem preciso dizer:

IRRITATAÇÃO!!!

Agora olhando para o relógio vejo que o tempo está passando e eu continuo irritado. Ou mais, ansioso e angustiado. Angustiado porque preciso ir dormir, mas não quero, senão acabo por não fazer nada, inclusiveescrever no blog. Depois porque o meu affair está em uma casa de chá e eu estou despeitado pois queria conhecer esse lugar. Depois ainda porque estou tomando chá aqui e irritado. Não tem frontal (ou outro tarja preta qualquer) que resolva esse caso. Valha-me deus!

ps. de quebra ainda fiquei esbarrando no touch pad enquanto escrevia esse texto e confundindo tudo.

Vou é tantar dormir! Mentira, a quem estou querendo enganar? Ou leio, ou fico no computador. O que é o mais provável. Passar mais tempo nesse gerador de ansiedade. Credo!

09 setembro 2007

Grego de lamber os beiços

No meio de uma visita ao Bom Retiro, uma parada estratégica no restaurante grego Acrópoles surpreendeu pela boa comida.

Quando se chega lá parece um restauranteco desses chinfrim pra comer um PF. Mas dando um pouco de crédito você vê que não é bem assim.


Fui de polvo ao vinho e lula recheada + risoto à grega. Parecia que o prato era preparado ali na cozinha da Nonna pelo Nonno.


Confesso que não aparentava ser bonito, mas foi de lamber os beiços!

O lugar, que existe desde 1959, fica na Rua da Graça, 364, Bom Retiro - Centro - 3223-4386.

04 setembro 2007

Isto é Brasil

Cobrir eventos tem dessas coisas, deparar-se com Ana Gelinskas fazendo performances no grupo Isto é Hollywood chega a ser um tanto divertido. Melhor é ver a expressão de alguns senhores no evento desacreditos com os peitos tatuados da moça.
Para quem não lembra da loira, ela costumava ficar em algumas portas de boate. Nem sei se ainda fica.

21 agosto 2007

Cartilha

Fazendo Back Up das coisas mais pertinentes para serem guardadas encontrei esse arquivo quye chamei de cartilha. Tem tudo a ver com quando nosso relacionamento amoroso já está comprometido mas insistimos em nos auto-enganar dando desculpas 'românticas' para tudo: "ele não quis dizer isso", "eu entendi errado", "ele está se esforçando", "o problema é fulano que está sempre no meio de nós"... e na verdade estamos viciados/acostumados com essa pseudo relação. A cartilha tinha coisas específicas, outras servem para todos na mesma situação

02/ AGO / 2005 – MÊS DO CACHORRO LOUCO
Para aprender a não sofrer:


Eu não quero, com 37 anos, ser doente como alguém.

Esse momento existe com um vício!

Pedir a Deus bons caminhos: “Me dê ajuda Deus que eu vou prestar atenção.”


Lembre-se:

Ele é capaz de manipular mesmo!! JOGA O VENENO PARA O OUTRO MORRER!

Ele promove no outro o que ele tem para viver. Não vive. Projeta no outro.

Não devo ir a lugares de baixo nível. Não combina comigo.

Não amoleça mesmo que durma uma noite em cima.

Ele não é ele. Era um pedaço de mim.

Quando começar a ficar curioso SAIA FISICAMENTE DO LUGAR!



Não confesse com amigos, com eles divida as alegrias.

14 agosto 2007

Tristão e Isolda



Uma historinha interessante que li no livro We, de Robert Johnson:

Conta o mito que Tristão nasceu com esse nome por ser filho da tristeza. Sua mãe perdeu o marido pouco tempo antes do nascimento do amado filho. Anos mais tarde Tristão fez a côrte a Isolda. Mas, na verdade queria levá-la para seu reino para que se casasse com seu tio, Marck. Acontece que no meio do caminho Tristão e Isolda beberam de um vinho enfeitiçado e acabaram apaixonando-se perdidamente. Imagina a confusão que deu no Reino !!!!
O interessante é que em dado momento, quando Tristão decide devolver Isolda para o Rei e Isolda decide deixar Tristão voltar a ser um herói, as palavras que ele diz a ela são:

"Senhora, onde quer que meu destino me leve, enviar-vos-ei mensageiros, e caso venhais me buscar, virei a vós, não importando a que senhor eu esteja servindo, não importando quão longe eu esteja."


Quando estamos embriagados com o vinho aben/maldiçoado não nos damos conta que é isso que esperamos do outro. Esse amor intenso, descomunal, arrebatador e todos aqueles outros adjetivos que as publicações, que levam o título de Sabrina, adoram usar.

O que queremos é entrega total, que o outro abandone o que estiver fazendo para dar um 'oi, saudade de você' no meio do dia. Okay, fazer isso vez ou outra deixa a ambos plenos. Mas ficar esperando por essa ligação inesperada desconfigura totalmente sua ação e a relação. Neste momento, perdemos a alma. Sim, porque segundo o autor do livro procuramos a nossa 'anima' fora, e materializamos no outro.

Acontece que 'anima' não é pra ser colocada fisicamente. É para o plano etéreo.

Se você se atêm a esse tipo de informação na hora da crise, fica mais fácil não sofrer. Estar com alguém não deve ser desesperador ou entediante, deve dar certa estabilidade.

Segunda à sexta-feira


Desde a crise de depressão - ainda hoje - todos os dias ao ir para o trabalho, tenho vontade de parar e desistir.

Mas continuo andando sem muito pensar.



* foto de algum outro blog que já perdi o endereço

01 agosto 2007

0

Lidar com final de relacionamento não é das tarefas mais fáceis. Decerto que a tristeza e a saudade demoram algum tempo para passar, porém transformar o luto da interrupção de uma relação e a dor em pauta de 100% dos nossos dias - por mais que o necessário - e assumir uma postura masoquista de baixa-estima por si mesmo é um desrespeito consigo mesmo.

Um amigo me disse que se 1 termina é porque é melhor para os 2. Acredito que ele tenha razão. Uma relação comprometida tem quase nulas chances de dar certo.

22 julho 2007

Flex Cinzenta

Inauguração é sempre algo que me interessa. Porém nem todas têm sucesso. A nova Flex, inaugurada no 1767 Hall parecia uma re-edição da The Week sem a piscina. Só senti falta de um pouco de verde. Uns poucos coqueiros davam o tom de jardim no lounge. Quase um jardim de inverno.

O espaço é inrteressante, o público bem mix (gays - barbies, emo´s, moderninhos, nerd´s , feios, bonitos - heteros - solteiros, em par, entre amigos...) só fico realmente espantando como as pessoas deixam a novidade da inauguração se transformar em desculpa para falhas.

Pois é o som falhou! lá pelas 3 da matina. E parecia que estávamos em uma imensa pista ouvindo o som vindo de uma pequena caixa de som ligada a um iPod. O barulho das conversas superava o som e o lugar estava um tanto claro demais- o que eu achei ótimo!

Mais um lugar para sair é sempre bem vindo.
I don't believe in history
I don't believe in truth
I don't believe that's destiny
or someone to accuse.
I don't believe reality would be
the way it should
But I believe in fantasy
the future's understood

Franka Potente


Conversando com uma amiga, em um encontro furtivo no Vanilla Caffe, discutimos que não existe realidade. Tudo é apenas uma percepção pessoal da realidade.
Sempre achei isso balela de filósofo que ganhava a vida para ficar divagando e criando teorias sobre a vida e as coisas dela. Hoje sei que é verdade. Esse é um princípio fundamental para não existir pré-conceito.

A visão que as pessoas têm da vida é algo que não podemos deixar de aceitar. Mas podemos discordar e estabelecer alguns parâmtro para vivem em sociedade.

Tudo pode, desde que você tenha em mente que poderá ter consequências.

Mas voltando a questão da percepção é interessante como sofremos por analisar sempre as coisas - principalmente em relação aos relacionamentos amorosos - de maneira micro, o que leva na maioria das vezes a estados desastrosos. Se nos voltamos para a questão macro. Vendo que a vida tem muito mais facetas do que as relacionais nos sentiremos tão melhor!

Gente

Seguindo o conselho da nutricionista, hoje foi para o supermercado comprar alimentos saudáveis e nutritivos para a semana. Iogurte, pão integral enriquecido, peito de peru light.

Dessa vez estava sozinho- geralmente estou acompanhado, pouco coisa faço sozinho mas é tópico para outro dia - e pude notar o quanto existiam ali casais homossexuais.

Alguns deles compravam descompromissadamente coisas para o dia-a-dia, outros compravam bastante bebida alcólica, provavelmente para fazer o 'esquenta' para a balada de mais tarde - afinal hoje é sábado. E tinha ainda os que junto com as bebidas compravam petiscos, provavelmente aqueles que iriam receber outros amigos. Claro que tinham osque estavam um olhando de soslaio para o outro porque o primeiro tinha secado demais um bonitão que pasava. E a melhor disso tudo? Nitidamente toda a gente percebia os gays ali. E não alterava nada...

Gente normal.

17 julho 2007

Callas mortas


Chega o dia em que, assim como tudo que tem vida, a vida se esvai. As callas já não mais vivem depois de um ano de apreço e construção. A falta do sol, e não atenção a esse mero detalhe vital coloca tudo a perder.

É o egoismo de quere todo o sol só para si. E não oferecer um pouco sequer a callas esverdeada que começa desfalescer nos dias de frio.

Aparentemente ela se foi. Nada de callas por hoje. O sol sequer aparece. Parece punir o egoísmo.

Quem sabe amanhã o sol se lembra de mim.

Negociação

Vivendo o mundo de Entidades e o mundo Corporativo passei a transpor essas realidades para a vida inteira. Achei interessante perceber como o tempo todo vivemos de negociação. Mães que negociam com filhos e não necessariamente impõe autoridade. Negociam com autoridade, o que é outra história; irmãos que negociam com os irmãos; namorados que negociam a relação - e quando não negociam não dura muito tempo; amigos que negociam o que abertamente ou velado- primeiro a negociação é aberta, quando cansa e não vale a pena discutir, ou seja, a troca não é vantajosa parece que perdemos a vontade de barganhar e aí acabamos boicotando o outro até chegar ao fim.

Quando certas negociações não dão certo, parece que é hora de voltar, de analisar os impedimento - se é que aquilo te afligiu - e priorizar você na história. Decerto isso é muito difícil para os tipos 'almodovarianos', aqueles que dramatizam e triplicam as dores e sensações. Mas, aprende-se.

19 junho 2006

Ilhas Caribenhas



Algumas coisas simplesmente acontecem. Uma pessoa nova que surge. Duas callas unidas por um rústico fio são entregues na noite seguinte. Um mimo esverdeado. Duas callas esverdeadas quase brancas. Mas nada de ceder por enquanto. E na noite seguinte. Sem callas brancas, sem trilha sonora de Dussek um quarto espelhado e a sensação de ser uma ave em um ninho que não me pertence, mas que não pertence a ninguém.

Há tempos sem saber que voô o pássaro faz, que ráfia une as duas callas, que callas, que nada. E foi-se! Lembrar é fácil, e mesmo assim não foi bom nem ruim. É isso o que eu quero? Voltar a ser assim? Ou não pode comparar de fato o que duas pessoas mostram que são... Inseguros mesmo aos trinta. Callas, Caribe, Chocolat Du Jour, patada, Fiat, dote... e outros tantos diferentes, nem tão esverdeados, algumas duras sensações de mimos futuros, de custos, de lei de retorno, de inseguranças aos vinte e poucos anos... e inseguranças aos trinta e poucos... de tão iguais ... de tão entregues e tão ressabiados.

As callas já estão abertas. O tempo dura o tempo que as callas esverdeas e brancas abertas durarem. E aí é hora de ponderar... sem espelhos... sem callas... sem Vitos ou san Vitos, só eu e minha eternidade aberta.

26 abril 2006

bureau


acho que ontem mesmo eu tava pensando que se as pessoas se tocassem como é a vida.. e que ela acaba e não tem sentido... acabariam se matando.... a grande maioria....

17 abril 2006

Colo de Samantha


Abaixo do céu todo mundo é sujeito. Nessas horas não há um pessoa bem resolvida. Escrever sobre a falta de colo em um episódio terrível como esse.

Poucos conseguem recordar - depois de ter passado – de um absurdo e desesperador acesso de DOR DE DENTE.

- Ou no meu caso, pior: dor de DENTES! São todos eles a doer de uma só vez.

Voltei da Páscoa pensando que tinha que ir ao dentista. Fazia tempo que não ia. Que dentes como os meus- pequenininhos e separados- podem passar despercebidos, mas quando dão sinal de vida é por necessidade mesmo. Logo na segunda de manhã marquei a consulta para o dia seguinte. E como sem avisar o bruxismo gritou e no fim do dia todos os dentes doíam. E agora doem.

- AHHHH!!! A dor se torna mais dor quando não se tem um colo por perto baixar a cabeça e agonizar, e receber afagos que sequer percebemos de tão imersos nesse sofrimento, e lembrar que alguém se importa.

Aí você lembra daquele antigo romance, o antigo namoro que nessas horas não parece tão complicado. E você deixou passar, e terminou por bobagens. E agora, no meio da sua dor de dente alguém podia estar segurando sua mão. Esse alguém poderia estar dando remédio. Poderia te levar a um dentista 24 horas.

- Aqui perto de casa tem um desses. E eis que..

Wow! O que uma outra mão pode fazer que nós mesmo não podemos?! Essa mania de nos deixarmos vulneráveis a nós mesmos. Para que isso? Talvez por compaixão, para o outro se sentir útil. Ou quem sabe por sem vergonhice nossa mesmo!

E então você consegue tirar o véu dos olhos – se quiser é claro- e lembra que por vezes sofreu calado por não darem valor ao que você gritava. Outra vez porque essa outra pessoa não podia – e por uma boa razão - te acudir justo naquela hora. E até mesmo por não querer mesmo te ajudar.

E como você saiu disso, antes de lançar na cara do outro que não foi ajudado “quando tanto precisava”?

- Lanço mão de um Anador. E a dor não passa. Ah Senhor Desespero.
Mais um.... meia hora depois.... ceda vai... ceda só mais um pouquinho que amanhã às 9 tem dentista.

10 março 2006

Paige


"no amor não existem inocentes, apenas vítimas"

03 fevereiro 2006

Moonlight


What About The Moonlight

You 're telling me
You don't want to be
Had enough of life
I see your shoulders
Falling at the mountain
You once loved to climb

Don't you wanna talk about it
Well saying that there's no life
Left inside you

Chorus:

What about your loves?
What about your dreams?
What about the change tomorrow brings?
What about the moonlight?
What about the way you sigh?
When it touches you?

On your knees in the teeth of failure
It's got you gagged and bond
You say it's killing you
But listen now I'm telling you
Your better days are to come

Set your site on simple beauty
Like the way that my eyes shine
When I'm around you

(chorus)

Nobody said it would be easy
To take the fall and stand
Just wrap your arms tight around me
And we'll stumble together
Until we learn to dance

What about your love
What about your dreams
What about your life?
What about your dreams

02 fevereiro 2006

Tratado sobre a Morte


Ontem o dia foi difícil.

Não passou não. Eu continuo com meu pensamento lúcido de que a vida tem que ser uma escolha. Eu não sou obrigado a viver. E aí entra em jogo algo que eu encaro que seja meu tratado sobre a morte. Funcionaria assim: o Budismo prega o desapego. E eu aceito que isso seja um caminho para o não sofrimento. Então se um dia você está certo que a vida não vale. Que não te vale. Você entra em uma pequena cabine telefônica. Coloca uma moedinha. Escreve, ou fala suas senhas de banco para o pessoal da funerária e ativa a máquina. Aí você sente um cheiro de flor. Vai ficando calmo. Até que dorme para todo o sempre. Se no meio do caminho você se arrepender, é só gritar, ou apertar o botão vermelho e tudo pára. Senão continua como tem que ser e você morre.

E é isso que eu tenho desejado com todas as minhas forças.

Como o Ramon, quero ter o direito.

O texto original foi publicado em 02 de fevereiro de 2006, dezoito anos depois, a BBC publica:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gl8jzrl83o

A cápsula Sarco, por outro lado, funciona ao ser preenchida com nitrogênio, o que reduz rapidamente os níveis de oxigênio. Isso faz com que a pessoa dentro perca a consciência e morra em cerca de 10 minutos.

A cápsula é ativada por dentro e possui um botão de emergência para saída.


Se você está passando por depressão ou tendo pensamentos suicidas, ligue para o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo número 188. As ligações são gratuitas em todo o Brasil.

31 janeiro 2006

La notte



La Notte Etterna
Emma Shapplin

Nos teus braços
Depositei a eternidade
Minha vida

Você em outro mundo
Sonha com outra chama

Mas não sei a quem pertenço
Na margem morta
Do meu estado infeliz
Estado infeliz

Quem não mais vê o céu
Tem um coração tenebroso
Como quem tanto olha
A noite eterna
Salve-me

O que
Sabe de lá?
Perdida, febril
Desejada

Onde...
Onde você está?
Exila tua presa
E espera

Mas não sei a quem pertenço
Na margem morta
Do meu estado infeliz
Estado infeliz

Quem não mais vê o céu
Tem um coração tenebroso
Como quem tanto olha
A noite eterna
Salve-me

Quem não mais vê o céu
Tem um coração tenebroso
Divago, divago...
Salve-me

30 janeiro 2006

e-mail, e-deixe se morrer


Morri um pouco esse final de semana. Experimentei coisas que me dariam asco noutros dias. E mesmo assim aqui estou. Mentamente abalado e deixando-se sobreviver. E pedindo perdão a você por te deixar morrer também um pouco.


Nesse algum tempo me incomoda o fato de deixar que as cousas sejam assim. Ou tenham sido assim. Que me importa o passado ou o futuro? Me incomoda o presente. O agora assim, instável e não como deveria ser.

Eu, não posso fugir tanto da realidade concreta das coisas. Você também não pode. Devemos nos fixar em alguma equalização surda, e deixar-se viver.

Hummm, tem um tom perdido, nostálgico, triste e quem sabe até depressivo nesse e-mail de hoje. Mas eu só quero que hoje... o dia termine bem

bjs de alguém que não relê e-mails aos amigos